YO NO CREO EM LAS BRUJAS, PERO...
Informação recebida
de M. P. M, de BH. Verdade ou não, é bom tomar cuidado.
“Trata-se de um novo tipo de crime, mais sofisticado que
aqueles que conhecemos.
Recebi, por volta das 15h de ontem, uma ligação no meu
celular, de uma pessoa que se identificou como do Setor de Fraudes do Banco
onde possuo conta). Ela questionou se eu havia feito operações de débito ontem.
Por azar, eu fiz, e disse que sim.
Ato contínuo, ela informou que na transição
do Banco para o Banco ........., era praxe uma verificação com o cliente sobre
tais operações. Segundo ela, após tentativas de contato com o meu telefone fixo
(ela falou o número do meu telefone fixo), como ninguém atendeu (e de fato não
tinha ninguém em casa), referido "Setor de Fraudes" "bloqueou
temporariamente meu cartão", e precisava da minha confirmação para a
liberação.
Ato contínuo, ela confirmou todos os meus dados(ela falou
meu nome completo, nome dos meus pais, meu endereço, meu CPF, etc., e eu
simplesmente falava ok, como, aliás, é o procedimento de praxe dos bancos.
Notem que eu não passei nenhum dado pessoal, isto é, ela falava e eu apenas
concordava com os dados que ela passava. Ato contínuo, ela falou "Obrigado
pela confirmação. Para a liberação do seu cartão, com validade até maio de
2014(ela sabia a data que o meu cartão expirava), preciso que o senhor dite o
número". E eu, diante de todas as confirmações, inclusive quanto à data de
validade, ditei normalmente o número constante na frente do cartão. Ela
agradeceu e disse que estava desbloqueando.
Solicitei, então, o número de protocolo, quando ela
gaguejou, me passou qualquer número e logo suspeitei.Imediatamente liguei para
a Central de Atendimentos do meu Banco e, enquanto falava com eles, acessei
minha conta pela internet, quando constatei que já haviam sido realizadas três
transferências sem minha autorização. Fiz o protocolo de reclamação e agora
aguardo a análise do setor de fraudes.
Notem que, neste golpe, você não passa nenhuma informação
pessoal ou senha. A pessoa já tem os nossos dados (facilmente obtidos pelo
mercado paralelo de venda de informações), inclusive do cartão”.

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