A ineficiência do modo de trabalhar das empreiteiras que
realizam serviços para os órgãos públicos é notada até nas pequenas
intervenções.
Quando se faz o recapeamento do asfalto numa rua, uma
turma vem e quebra o asfalto velho.
Outra turma, nem sempre imediatamente, aparece e repõe o
asfalto novo.
As arestas, diferenças de nível das tampas de bueiro e
outros acertos ficam para mais tarde - somente são realizados alguns dias
depois, causando prejuízos aos motoristas e transtornos aos pedestres.
A foto acima ilustra o “trabalho de tartaruga” que
atualmente está sendo feito no plantio de árvores no Bairro Esplanada, em que
se repete essa rotina: uma turma aparece para demarcar o local, outra vem e faz
o buraco, outra coloca terra vegetal no buraco e faz o plantio... e a terra que
foi retirada continua no passeio, sujando a rua, aguardando a etapa final. E a sujeira aumenta quando chove...

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